TRATAMENTO E MANUTENÇÃO DE PISOS

VOCÊ PRECISA LER E REDUZIR SUAS DÚVIDAS

 

Visamos aqui informar sobre procedimentos e conservação de pisos, entretanto, o que na prática mais oferece dificuldades nesta tarefa é, normalmente, relacionado à escolha de piso inadequado ao local, que, algumas vezes é agradável esteticamente, porém não satisfaz necessidades funcionais, dificultando sobremaneira sua limpeza e manutenção. Fator importante ao considerar a manutenção de limpeza será a cor, rugosidade superficial e a porosidade que se refletirá na capacidade de absorção de líquidos.

Sempre levar em conta importantes fatores, como:

Resistência ao desgaste do trânsito;

Coeficiente de atrito seguro;

Higiene necessária ao local.

Além destes, é importante o econômico, não vislumbrando somente o custo da instalação, mas também da durabilidade e da facilidade de manutenção, não será difícil determinar o custo anual implicado, permitindo a real análise do custo-benefício.

Antes do fator estético verifique a funcionalidade já que o desgaste e o encardimento, consequências da má escolha, eliminarão o fator estético almejado.

Como exemplo, frequentemente encontramos situações nas quais a velocidade de encardimento do piso em um local é tão grande que exigiria operações ininterruptas de limpeza, ou seja, um operador de limpeza presente, agindo todo tempo.

É importante que se contemple também o seguinte raciocínio, assim como existem ferramentas classificadas como profissionais e outras como “hobby”, assim como existem produtos de limpeza dedicados a profissionais e outros a uso doméstico, também existem pisos mais adequados a locais com grande movimentação e outros somente admissíveis em ambiente doméstico.

Mesmo de forma breve falaremos sobre a classificação dos diversos tipos de piso, para então discutirmos suas similaridades e especificidades.

Inicialmente podemos classificá-los em dois grandes grupos: Pisos frios e Pisos quentes.

Pisos frios

Classificamos como frios todos revestimentos que são bons transmissores de calor, ou seja, maus isolantes térmicos, como exemplo destacamos: os cerâmicos, porcelanatos e pedras naturais.

 

 

 

 

Pisos quentes

Ao contrário dos frios classificamos como quente todo revestimento mau condutor de calor, ou seja, bom isolante térmico, como exemplo destacamos: as madeiras naturais, os laminados que são produzidos também a partir de madeira, os pisos produzidos a partir de outras matérias-primas naturais ou industrializadas: o linóleo, o piso vinílico e os pisos de resina.

 

 

Observação: Sob o ponto de vista da limpeza e manutenção, que é nosso tema, muitas vezes incluímos alguns pisos quentes, como os de resina e vinílicos, na categoria de frios pela similaridade do tratamento que poderá ser utilizado.

Não cabe aqui discorrer muito sobre a escolha do piso, entretanto, de modo geral podemos dizer que:

Pisos frios são mais adequados a:

Áreas externas, áreas comuns, entradas, corredores, também em locais onde possa haver umidade como sanitários, copas, cozinhas, lavanderias e refeitórios.

Pisos quentes são mais adequados a:

Ambientes mais restritos e íntimos como: pequenas salas, quartos, escritórios

 

Subclassificações:

PISOS FRIOS

Pedras Naturais: Exemplos: arenitos, granitos, mármores, mosaico português.

Cimentícios: Exemplos: granilites, ladrilho hidráulico e concreto.

Cerâmicos: Aqui encontramos enorme diversidade, pois são industrializados e podem apresentar características diferentes quanto a: método de fabricação, capacidade de absorção de água, resistência a abrasão, resistência ao manchamento, resistência ao ataque de agentes químicos, bem como em aspecto visual.

 

 

Os porcelanatos estão incluídos na classificação de cerâmicos, mas por dever apresentar desempenho superior quanto às características de resistência e menor absorção costumam ser citados de forma independente e particular, porém é importante verificar a procedência e real qualidade, já que no mercado podemos encontrar porcelanatos com características às vezes inferiores aos comumente chamados de cerâmicos.

 

 

PISOS QUENTES

Naturais: Assoalhos em tábua, tacos, parquetes, etc. Podemos incluir também os pisos laminados de madeira.

Artificiais: Pisos vinílicos em placas, pisos vinílicos em manta, linóleos, etc.

Resinas: Epóxi, poliuretano, etc.

Destacada a importância da escolha do piso podemos nos dedicar à sua manutenção.

 

 O segredo da manutenção da aparência original, piso parecendo sempre novo se deve fundamentalmente à “filosofia” do tratamento dos pisos. Explicamos:

Todo e qualquer piso se desgasta e poderá manchar pela absorção de líquidos aquosos ou oleosos, o que varia entre eles é a velocidade de desgaste ou manchamento, a fim de evitá-los a química nos oferece soluções que podem apresentar duas características básicas: a impermeabilidade e a película de sacrifício. Tais características podem ser encontradas juntas, na maior parte dos produtos de manutenção.

A impermeabilidade, por óbvio, melhora a resistência ao manchamento, a película de sacrifício é um filme, normalmente transparente, desde sem brilho a muito brilhante, compatível ao piso e que será exposto ao desgaste, podendo ser reposto sempre que necessário.

Qualquer piso poderá ser impermeabilizado, nem todos deverão, ou poderão, receber a película de sacrifício, não é aconselhável, com raras exceções, que pisos minerais naturais recebam películas, por exemplo um granito polido perderia sua naturalidade ao receber uma película externa, passando a ter aspecto visual similar ao de pisos sintéticos, outro motivo para desaconselhar seria que sua resistência à abrasão é das melhores, podemos tomar este piso de granito polido como exemplo para o inevitável desgaste podendo informar que quando colocado em alto tráfego sua durabilidade raramente ultrapassa cinco anos.

Dentre os que não devem receber película podemos citar os pisos cerâmicos, incluídos os porcelanatos, situação agravada ainda mais pela falta de aderência nestes pisos das películas comuns.

Muito mais poderia ser discorrido sobre estas características, que influenciam a escolha, quer do piso, quer de sua manutenção, entretanto julgamos mais útil e didático passar a citar situações práticas relacionadas aos diversos pisos mais comumente utilizados, como segue.

PEDRAS NOBRES – MÁRMORE E GRANITO

 


 

O primeiro erro é, após colocados, não os tratar com impermeabilizante hidro-oleofugante, já que a médio ou longo prazo apresentarão manchamento.

Na manutenção destes pisos uma prática que deve ser evitada é o uso indiscriminado de produtos com caráter ácido, de forma corriqueira encontramos pisos manchados por estes produtos.

Colocar mármore como revestimento de pisos em locais de alto trânsito é um grande engano, este apresenta baixa dureza, sendo facilmente desgastada pelo tráfego. O mesmo pode ser dito sobre o granito polido, apesar de que sua alta dureza o torna mais durável.

Quando desgastados sua recuperação ideal seria nova polimentação e impermeabilização hidro-oleofugante, com altíssimo custo, quase chegando ao valor originalmente gasto na implantação. Muitas vezes, visto o alto custo da recuperação mais recomendada, podemos oferecer alternativas de custo menor, porém com alguma perda de originalidade

Pisos de mármore antigos, desgastados e sem brilho, em áreas internas, poderão receber um tratamento com ceras impermeabilizantes, sua manutenção passaria a receber processos similares a pisos de granilite, cabe ressaltar que nem todos produtos disponíveis apresentam características ideais de aderência e resistência, devendo ser testados antes da implantação do novo sistema.

Caso o mármore esteja em áreas externas, exposto às intempéries poderia ser aplicada uma resina a base de água ou base solvente, com resistência à umidade, resinas base solvente podem ter mais resistência e aderência, entretanto geralmente conferem um tom mais escuro ou amarelado que as resinas a base de água.

Pisos polidos podem ser afetados por produtos muito alcalinos, ácidos ou por abrasivos. Também os abrasivos naturalmente encontrados nas poeiras, se não forem regularmente retirados podem acabar desgastando e opacificando pisos polidos.

Pisos de pedra não polimentados, com acabamentos rústicos, como granitos: Levigado, Apicoado, Bruto (conhecido como Miracema), Jateado e Flameado, também devem ser tratados com aplicação de hidro-óleofugante para prevenir o manchamento, aqui até poderíamos aplicar películas de cobertura alertando que o efeito visual pode sofrer alterações, tipos de película impermeabilizante foscas poderão manter o aspecto quase original.

ARDÓSIA

 


 

Este tipo de piso requer, indispensavelmente, tratamento com cobertura de película, de forma geral muito fácil de implantar e manter. Produtos ácidos podem causar quase invariavelmente danos irreversíveis.

É comum encontrarmos a aplicação de camadas de ceras por anos a fio, sem nunca ter sido feita qualquer remoção com reimplantação, nestas situações encontramos então películas craqueladas apresentando um aspecto horrível.

O tratamento de ardósias em áreas internas é muito simples, com o piso limpo aplicar 3 a 4 demãos de cera impermeabilizante de ótima qualidade, manter com limpador, fazer recamadas e remoção por períodos que variam em função do trânsito, em locais movimentados podemos dizer recamadas a cada 30 dias e remoção a cada 8 meses, ou sempre que necessário.

Em áreas externas devemos aplicar resinas acrílicas base de água resistentes à umidade ou de base solvente.

As ardósias na natureza são encontradas em diversas cores a mais comum é o cinza, porém não é raro encontrarmos a verde ou a preta. Impermeabilizações coloridas são permitidas, de acordo com gostos individuais ou como remediação de manchas, utilizando-se preferencialmente cores que lembrem as naturais.

PEDRAS RÚSTICAS POROSAS, COMO PEDRA GOIÁS E MINEIRA

 

Para maior durabilidade e manutenção de aspecto devem ser impermeabilizadas, aceitam hidro-óleofugantes e alguns impermeabilizantes de base acrílica ou uretânica, sejam base de água ou de solvente, estas se aconselha sejam aplicadas a fim de fechar porosidades, sem formar película externa, o que levaria à insegurança pela redução do coeficiente de atrito, podendo causar escorregões. Este tratamento visa somente dificultar a impregnação de sujidades. Para a limpeza podemos usar limpadores apropriados.

Caso seja piso antigo sem impermeabilização evitar o uso indiscriminado de produtos ácidos muito concentrados, bem como uso excessivo de hidrojateadoras que desgastam a pedra e aumentam sua porosidade, além de prejuízo aos rejuntes do piso. Sempre que usar uma hidrojateadora, mantenha o bico longe, não usar o bico com o intuito de fazer esfregação, usar apenas para enxaguar com economia de água.

PEDRA PORTUGUESA 

Muito comum de ser encontrada, mas de manutenção muito difícil, as sujidades impregnam demais. As operações de limpeza com esfregamento são dificultadas pela irregularidade da superfície. Em áreas internas, pode receber sujidades orgânicas que penetram em sua estrutura, fungos podem proliferar em sua estrutura, tornando-se quase impossíveis de remover.

Normalmente usada em calçadas ou locais de alto tráfego, por ser mole agrega sujidades com facilidade. Sua baixa dureza e irregularidade leva a uma polimentação progressiva em pequenas e isoladas áreas pelo tráfego, o que acaba se refletindo em um aspecto visual desagradável, dando um aspecto escuro nas pedras brancas, enquanto que nas pedras pretas ou vermelhas resíduos de água criam manchas claras.

Os melhores processos de limpeza utilizam desengraxantes que tenham poder de clarear as pedras evitando o ataque químico, com parcimônia, periodicamente, produtos ácidos podem ser utilizados para reavivar o piso, sabendo entretanto que, a longo prazo, podem levar à destruição do piso. Na esfregação enceradeiras com escova podem ser usadas, hidrojatedoras apenas para enxágue, a alta pressão com o bico muito próximo pode fazer com que pedras acabem se soltando.

Nenhum tipo de resina, se aconselha, deve ser aplicado já que, pela irregularidade das faces nas pedras, partes salientes se desgastam rapidamente oferecendo variadas tonalidades indesejáveis, hidro-óleofugantes não apresentarão bons resultados a médio prazo pois sua baixa dureza fará com o que o rápido desgaste superfícial o remova junto com a superfície de pedra.

PEDRAS EM CACO NOBRES OU RÚSTICAS, ASSENTADAS NO TIPO PÉ DE MOLEQUE

 

Pisos tipo Pé de Moleque, com cacos nobres ou não, apresentam composição química muito variada, têm que ser bem especificadas e são recomendadas onde a manutenção consista em apenas varrição. Esta modalidade de piso é recomendada somente em áreas de passagem, como estradas e caminhos, a colocação das pedras deve ser bem regular, quando muito espaçadas é conveniente colocar grama entra as mesmas, se não for colocada a terra irá contaminar as pedras resultando em má aparência.

Além da varrição podemos usar hidrojateadoras para lavar, sem aproximar demais o bico jateador.

GRANILITE

Este piso exige tratamento com película impermeabilizante e manutenção constantes, este fator, muitas vezes, o leva a ser evitado, entretanto podemos afirmar que a longo prazo é o mais econômico em áreas com alto tráfego.

Quando bem cuidado permite aparência de novo indefinidamente, seu custo de implantação e manutenção não é tão elevado quanto se imagina, em cálculos a longo prazo veremos ser altamente econômicos.

Quando não tratado ou sem manutenção correta se degrada muito rapidamente, principalmente quando limpo com produtos impróprios, como cloro e produtos ácidos, a rápida degradação se deve à heterogeneidade da composição do piso, temos, além do material cimentício agregador, produtos minerais naturais com resistência química muito variada onde os menos resistentes atacados se desfazem gerando buracos ou falhas no piso.

Geralmente o granilite é usado em áreas internas permitindo após sua implantação manutenções econômicas com a utilização de processos variados, podendo ser utilizadas com lustradoras Hi-Speed ou Ultra Hi-Speed. Processos bem executados permitem ciclos com até um ano de durabilidade.

Não são muito indicados em áreas externas, quando for este o caso se permitirá usar resinas base de água resistentes à umidade ou a base de solvente.

CONCRETO OU CIMENTO QUEIMADO

 

Quase tudo que foi dito sobre o tratamento do granilite pode servir a estes pisos, salientando que, quando não tratado leva a desgaste de grande visibilidade, com formação de pó, localizados nas áreas com maior trânsito.

CERÂMICAS E PORCELANATOS

 

As especificações dos materiais cerâmicos são muito variadas, além das diversas marcas disponíveis, temos especificações diferentes dentro da mesma marca, em locais de alto tráfego devem ser usadas cerâmicas desenvolvidas para tal finalidade.

A escolha por acabamentos cerâmicos foscos, geralmente agregam muita sujidade, dificultando sua limpeza. A manutenção de pisos cerâmicos é das mais simples, bastando normalmente produtos de limpeza bastante diluídos, entretanto, em alto tráfego, se desgastam muito rapidamente, às vezes de forma irremediável, alguns supermercados que optaram por pisos de cerâmica ou porcelanato hoje tem grande dificuldade de limpeza pois o desgaste, além de corromper seu aspecto, agrega muita sujidade e tem sua limpeza muito dificultada.

Produtos ácidos mau indicados têm causado mais danos que benefícios.

Para manutenção normal utilizar somente limpadores ou desengraxantes sem ataque químico.

MADEIRA EM ALTO TRÁFEGO (como em salão de festas com taco, tacão ou assoalho).

 

De modo geral nunca usar, ou usar de maneira controlada, produtos à base de água, somente usá-los se houver tratamento prévio que garanta perfeita impermeabilidade à água.

Em maneira ultrapassada antigamente estes pisos eram tratados com ceras a base de petróleo, para a remoção usava-se palha de aço na enceradeira e depois de varridos recebiam novamente a cera base de petróleo, posteriormente lustrados com enceradeira e disco branco, este processo leva principalmente à insegurança causando escorregões e quedas, também mancham com muita facilidade e exigem muita mão de obra.

Pisos de madeira impermeabilizados de maneira correta e segura permitem a utilização de processos semelhantes aos pisos frios permitindo o enceramento acrílico impermeabilizante com manutenções e remoções periódicas, evitando assim o acúmulo de ceras acrílicas que consequentemente leva ao craquelamento da camada de cera, com dificuldade de remoção, obrigando a um lixamento até a base. Uma ótima opção de remoção é feita à seco utilizando-se telas abrasivas aplicadas com uso de enceradeiras.

PISOS COM RESINAS APLICADAS (COMO: EPÓXI OU POLIURETANO)

 

Este tipo de revestimento foi originalmente aplicado em área industriais onde há uma grande circulação de equipamentos, empilhadeiras e pessoas. Muito utilizados para conservar ou remediar pisos antigos, torna os pisos monolíticos e bastante impermeáveis aos óleos e graxas, contaminantes fatais em pisos cimentícios.

O uso de produtos de limpeza inadequados pode danificar o brilho e a aparência dos pisos de resina, podendo até causar perdas na própria estrutura da resina chegando inclusive ao descolamento por perda de aderência.

É altamente recomendável que locais com alto tráfego recebam impermeabilização com película acrílica que sirva como sacrifício e que possa ser reposta com facilidade, seu custo anual é perfeitamente justificado, já que a falta desta proteção pode levar em poucos meses a mudança na aparência do piso, sua correção através da aplicação de nova camada de resina teria um custo dezenas de vezes maior.

Estes pisos devem ser limpos frequentemente com limpadores adequados e em grandes áreas utilizadas maquinas automáticas lavadoras de piso.

PISOS DE PAVIFLEX E MANTAS VINÍLICAS

 Os pisos vinílicos em geral, são fabricados em mantas compostas, principalmente, por resinas de PVC, cargas, plastificantes e pigmentos, bem como, algumas vezes, uma tela de reforço. São indicados para residências e áreas de grande circulação, tais como hospitais, clínicas, lojas de departamento, bancos, escritórios, salões de ginástica, etc.
É necessário que seja aplicado sobre contra piso seco, regular, limpo e firme.

Existem pisos vinílicos para cada tipo de situação, tanto na área doméstica como na industrial, o que os diferenciará será sua estrutura e espessura. Encontramos também pisos em forma de manta, muito usados em hospitais, clínicas e empresas farmacêuticas, estas mantas não apresentarão rejuntes e poucas frestas para o acúmulo de bactérias, este produto permite fazermos os rodapés arredondados, como pede a legislação para hospitais e empresas farmacêuticas. Encontramos inclusive um piso vinílico em mantas, homogêneo e eletricamente condutivo. Sua avançada propriedade condutiva é resultado da adição de partículas de carbono em toda a espessura do produto e também devido à sua base ser de carbono puro. É a melhor escolha para áreas onde é necessário o controle da condutividade elétrica, como na indústria eletrônica e petroquímica, indústria farmacêutica e alimentícia, telecomunicações e instalações hospitalares (sala de cirurgia, anestesia e recuperação). Temos também os pisos naturais como no caso dos pisos de Linóleo derivado de matérias-primas naturais renováveis​​. Ele é feito a partir de óleos vegetais solidificados, misturado com a serragem de madeira ou pó de cortiça, sobre uma base de tela. Normalmente adiciona-se pigmentos à mistura para dar cores diferentes. É certamente o piso sintético mais antigo, reconhecido e tradicional do mercado.

No caso dos pisos vínilicos, temos que alertar ser necessária a aplicação de ceras impermeabilizantes como tratamento inicial e posterior manutenção de limpeza adequada. Atentar que não é só o produto adequado que vai limpar, tratar ou recamar o piso é necessário uma equipe de funcionários treinados a fazer este trabalho, isto obedecido teremos um piso que pode durar muitos anos em virtude da sua proteção que permitirá a recuperação constante da sua aparência original.

PISOS EM BORRACHA (O MAIS CONHECIDO É O TIPO PASTILHADO CONHECIDO COMO PLURIGOMA)

 

Os pisos tipo moeda, conhecidos como Plurigoma foram desenvolvidos em borracha, e com relevo de pequenos discos no intuíto de serem antiderrapantes e ótima resistência ao tráfego. São aplicados em áreas internas e externas, nas áreas internas se usa uma cola adesiva a base de neoprene e em áreas externas pode ser aplicada com argamassa.

Pode ter várias cores sendo muito usado em escolas, locais públicos e academias.

Para manutenção em áreas internas usar Mop pó e um limpador neutro, para tratamento podemos usar ceras impermeabilizantes transparentes para todas as cores e ceras pretas especiais para pisos pretos. Nas áreas externas podemos usar produtos multiuso desenvolvidos para a limpeza de borracha. Para tratar este piso em áreas externas onde o sol a chuva deixa o piso com as cores desbotadas podemos aplicar produtos, que além de dar brilho recuperam a cor a aparência original dos novos. 

13 Comments

    1. MIGUEL QUIMINAC

      Cara Francielly,
      Vc poderá talvez encontrar o que deseja no link: http://www.quiminac.com.br/site/processos-pisos/E como já dissemos:
      As etapas do processo, tipo de produto, número de demãos e tudo mais devem ser de acordo com variáveis como o tipo de piso, trânsito local, etc.
      Caso tenha uma situação específica a determinar faça a gentileza de nos consultar pelo contato do site (http://www.quiminac.com.br/site/contatos/) ou nos envie um e-mail para quiminac@quiminac.com.br.
      Novamente gratos por seu interesse.

  1. Adagmar

    Gostaria de uma orientação,apliquei um piso antiderrapante em área externa(garagem e área de serviço)e estou tendo dificuldade para manuntenção,a limpeza está muito díficil devido a marca de pneus.Gostaria que me indicassem um produto de uso domestico para impermeabilizar o piso.Obrigada

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